Diplomacia, segundo o Dicionário Houaiss, é a “ciência, arte e prática das relações internacionais entre Estados”. Uma segunda acepção diz que ela é a “habilidade para negociar ou tratar outras pessoas”. Ninguém deseja comprar briga com o grande dicionário, mas, nesse caso, ele está deixando algo de fora.
Tema do primeiro evento do ciclo Brasil de Ideias 2026, no qual o Grupo VOTO reúne grandes lideranças dos setores público e privado, a diplomacia empresarial e política é mais do que a simples negociação habilidosa e não se confunde com o relacionamento entre Estados. Aqueles que dominam sua lógica dispõem de uma extraordinária ferramenta estratégica, pois ela desempenha um papel crucial nas agendas de desenvolvimento social e econômico.
Com o refinamento e cuidado que caracterizam todos os eventos do Grupo VOTO, o encontro Diplomacia Empresarial e Política como Diferenciais Econômicos acontece em 26 de fevereiro no Hotel Grand Hyatt, em São Paulo. Entre os painelistas convidados estão o vice-presidente da República Geraldo Alckmin, o presidente da Câmara dos Deputados Hugo Motta, o ministro da Defesa José Múcio, a senadora Tereza Cristina, o deputado federal Eduardo Pazuello e o diretor-geral da Aneel Sandoval Feitosa, entre outros.
A diplomacia empresarial e política parte de uma constatação: decisões que moldam a economia não são tomadas exclusivamente em conselhos de administração ou gabinetes do governo, mas na interação entre os dois mundos.
Autor referencial em gestão e competitividade, o americano David Baron sintetizou essa ideia ao dizer que negócios e política fazem parte do mesmo cálculo estratégico. Michael Porter, outro grande nome do pensamento sobre negócios, demonstrou como o desempenho das empresas depende diretamente do ambiente institucional em que operam.
Na prática, diplomacia empresarial e política significa manter diálogo contínuo e qualificado com governos, reguladores e lideranças políticas, antecipando agendas, reduzindo riscos e ajudando a construir soluções que conciliem interesse público e crescimento econômico.
Ao abrir 2026 com esse debate, o Grupo Voto reafirma seu papel como o espaço privilegiado de encontros entre quem decide, quem executa e quem pensa o futuro, em um ano eleitoral definidor para o Brasil.